29.5.08

les temps des assassins - o tempo VIII



a coisa é: "e vivemos demasiadamente no meio"


colho aforismos da aurora como pétalas para as horas, e então me encontro deitada como o cavalo sobre o pano vermelho, no canto. colho e, ao invés de me sentir completamente idiota, rio e a água me transborda - é tão confortante compreender a energia arrebatadora de momentos, e como uma suposta eternidade só seria a mais penosa das prisões. assim, tento me apaziguar com o tempo.

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