eu nunca escrevo direto na tela. escrevo não, digito.
escrever é no papel, com caneta de tinta nanquim.
eu viciei em tinta nanquim, ou em stabilo, porque elas servem bem pra desenhar também.
e a stabilo tem cores, que eu ainda não consigo usar direito
nunca saio do verde e do vermelho.
e quando uso as outras cores, é com daltonismo,
pois eu estou vendo só verde preto vermelho.
engraçado isso.
não é condição constante minha, é uma coisa mais de agora. do agora.
sem amarelo, sem azul.
me parece um caso perdido digitar na tela.
no papel tem o traço e tem a letra, e isso é bem importante na escrita.
e você faz o layout como bem entender também,
e enfia um rascunho de planta no meio de tudo
pois você acha que isso vai combinar com a poesia.
mas postar algum desses desenhos aqui, com esses textos sem corpo?
caso perdido.
e, como já me aconteceu umas vezes com esse negócio aqui,
errado, errado.
no papel a coisa está lá, você guarda numa pilha de velharias
dentro da despensa
mas hora ou outra as páginas se arreganham na tua frente.
e então você relembra - e nessas horas o corpo da tua letra é tão
importante, até pra perceber em quais escritos você estava bêbada.
você = eu
escrever é no papel, com caneta de tinta nanquim.
eu viciei em tinta nanquim, ou em stabilo, porque elas servem bem pra desenhar também.
e a stabilo tem cores, que eu ainda não consigo usar direito
nunca saio do verde e do vermelho.
e quando uso as outras cores, é com daltonismo,
pois eu estou vendo só verde preto vermelho.
engraçado isso.
não é condição constante minha, é uma coisa mais de agora. do agora.
sem amarelo, sem azul.
me parece um caso perdido digitar na tela.
no papel tem o traço e tem a letra, e isso é bem importante na escrita.
e você faz o layout como bem entender também,
e enfia um rascunho de planta no meio de tudo
pois você acha que isso vai combinar com a poesia.
mas postar algum desses desenhos aqui, com esses textos sem corpo?
caso perdido.
e, como já me aconteceu umas vezes com esse negócio aqui,
este mesmo, desde 2003 - você surta e apaga tudo,
ou edita o que você um dia quis ter.errado, errado.
no papel a coisa está lá, você guarda numa pilha de velharias
dentro da despensa
mas hora ou outra as páginas se arreganham na tua frente.
e então você relembra - e nessas horas o corpo da tua letra é tão
importante, até pra perceber em quais escritos você estava bêbada.
você = eu
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