
o bom e velho tempo dos fluxos e intensidades.
o dispersar de sua caminhada vespertina desmembra o tempo não em horas minutos segundos, mas em fluxos de elétrons com feixes luminosos potentes o suficiente para rasgar a carne de um corpo vivo. com cautela, ela senta num banco ao pé de uma árvore e fecha os olhos, afinal ela não quer provocar nenhum acidente.
deixa os elétrons se debaterem dentro de seu corpo até sentir o esperado formigamento que acalma os fluidos internos. sob pressão arterial constante.
tempo, primo da morte, mas muito mais impiedoso.
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