
eu gosto do som da minha unha se desfazendo. chegar em casa mais uma vez àquela hora e comer os bombons que foram presente. todos deviam falar karitiana, pois eles têm o futuro e o não-futuro, que não se distingue dentro de si. aprendi e felicitei a humanidade por ter ainda possibilidade, e a linguagem é entre as melhores daquela - nem vou chegar a dizer que é punhado de vírus pois tantas coisas os são. e nos encontramos vivos por cada vez mais tempo, desfazendonos como unhas.
para lelê, aquela que chamam de xota.
põxa. me contou o que é um morfema.
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