
me embala numa espera tola da cantiga que não me existia, ladainha que os bichos consideram perversa - entoada nos segundos entre o sono dos sólicos e a aurora dos notívagos. não entendo, menina que me pensa, pequena virtuosa das coisas fugazes, esse nada que o rapaz deseja e mia tormenta tornada vermelha após um breve_calmo verde. aguardo apoiando a palma num espeto, afogada por sonhos etíopes (minha pele abriu os olhos toda úmida esta manhã), e enquanto ele persegue seu esgotamento entre vídeos e textos, não percebe que vou atrás deste mesmo em quando danço até que mesqueço.
um viva ao desperdício de energia e ao total desequilíbrio termodinâmico.
um viva ao desperdício de energia e ao total desequilíbrio termodinâmico.
Nenhum comentário:
Postar um comentário