
numa provação
tanto casta e devassa
como provocação
masco os anseios que
em mim inflige
- o inimigo
destroço seus dentes
em sonhos
os mastigo.
ademais vos digo
que ele se morde
em ode ao medo
que o aflige
e em devoção deste
mesmo me inflige
uma desordenada
punição.
Um comentário:
é um poema bonito. que não depende.
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